21 de dezembro de 2011

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Chegou a minha porta em plena manhã de domingo, barba por fazer, cabelo despentedo. E me encontrou igualmente despenteada, com as mãos e o pijama sujos de barro. Não disse nada. E como uma haste cravada no chão a qual se segura uma planta noviça para que não se vergue, me fez lembrar quem eu sou... todo prazer contido, na existência.