30 de agosto de 2008
28 de agosto de 2008
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25 de agosto de 2008
Sobre hj...
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21 de agosto de 2008
Se for por amor...
Tudo bem...até pode ser
que os dragões sejam moinhos de vento
Tudo bem...seja o que for
seja por amor às causas perdidas
Por amor às causas perdidas...
19 de agosto de 2008
E sobre hoje:
Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono...
Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono...
17 de agosto de 2008
14 de agosto de 2008
Lembranças
Como a do dia em que choveu a tarde toda, aquela chuvinha fina.
O telefone tocou várias vezes, mas ninguém atendeu.
Eu passei a tarde inteira olhando para rua, e não vi nada.
Eu ouvia vozes e o som dos carros nas poças d'agua, via de cima os guarda-chuvas caminhando pelas calçadas, mas as calçadas e os carros todos estavam vazios.
Assim como aquele quadro na parede, que continha apenas uma assinatura e nada desenhado...
Ficaram mts lembranças daqueles quadros, cada quadro... mtas lembrança.
E eu fiquei ali a tarde inteira, passou a chuva, passaram os carros, passaram-se os dias e eu ali, estúpida e infantil, com minhas meias velhas, os pés no chão, a chuva nos olhos e os olhos nas mãos.
Eu as vezes olho aquelas paredes e elas me pedem que eu volte, me beliscam, e sorriem... um sorriso que de tão lindo doe, sufoca, implora.
Não!!!
Eu sei que elas não são reais, não mesmo, sei que elas nunca estiveram ali,
e eu tbm nunca estive.
É só abrir os olhos, olhar e ver.
Mas.... eu não quero ver mais nada... eu só quero a minha coberta, e um comprimido pra dormir.
O telefone tocou várias vezes, mas ninguém atendeu.
Eu passei a tarde inteira olhando para rua, e não vi nada.
Eu ouvia vozes e o som dos carros nas poças d'agua, via de cima os guarda-chuvas caminhando pelas calçadas, mas as calçadas e os carros todos estavam vazios.
Assim como aquele quadro na parede, que continha apenas uma assinatura e nada desenhado...
Ficaram mts lembranças daqueles quadros, cada quadro... mtas lembrança.
E eu fiquei ali a tarde inteira, passou a chuva, passaram os carros, passaram-se os dias e eu ali, estúpida e infantil, com minhas meias velhas, os pés no chão, a chuva nos olhos e os olhos nas mãos.
Eu as vezes olho aquelas paredes e elas me pedem que eu volte, me beliscam, e sorriem... um sorriso que de tão lindo doe, sufoca, implora.
Não!!!
Eu sei que elas não são reais, não mesmo, sei que elas nunca estiveram ali,
e eu tbm nunca estive.
É só abrir os olhos, olhar e ver.
Mas.... eu não quero ver mais nada... eu só quero a minha coberta, e um comprimido pra dormir.
13 de agosto de 2008
Esquadros
Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que eu
não sei o nome.
Cores de Almodovar, cores de Frida Kalo,
cores.
Eu ando pelo mundo divertindo gente,
ou chorando ao telefone.
E vendo doer a fome nos meninos que tem fome.
Pela janela do quarto, pela janela do carro.
Pela tela, pela janela, quem é ela, quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado, remoto controle
12 de agosto de 2008
Beat Lamento
Meu coração desritmado no tempo, num beat baixinho de tanto
lamento.
Na dor dos meus ais eu faço chover, quero muito mais que
sonhar com...
11 de agosto de 2008
10 de agosto de 2008
Transfiguração
A paixão é um mar,
Parabólica,
Dilatada,
Estrada que dói.
Encanto de flor.
Labirinto.
Espera de redes.
Parece toda raiz,
Só raiz
Quando não canto o trovão.
Transfiguração.
Com a sua pele sagrada
A sua boca sagrada
E a sua vida no chão
Transfiguração.
9 de agosto de 2008
7 de agosto de 2008
O será que será?
Que todos os meus nervos estão a rogar?
E todos os meus órgãos estão a clamar?
E uma aflição medonha me faz implorar...
Será que será?
O que não tem decência, nem nunca terá?
O que não tem censura, nem nunca terá?
O que não faz sentido...
E todos os meus órgãos estão a clamar?
E uma aflição medonha me faz implorar...
Será que será?
O que não tem decência, nem nunca terá?
O que não tem censura, nem nunca terá?
O que não faz sentido...
6 de agosto de 2008
4 de agosto de 2008
3 de agosto de 2008
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