31 de agosto de 2008



30 de agosto de 2008



Tudo dito
Nada feito
Fito e deito

(Leminski)

28 de agosto de 2008

Cada um sabe dos gostos que tem
Suas escolhas suas flores, seus jardins.

Eu não sei

27 de agosto de 2008

Um só lamento!


Peixe fora d'água, borboletas no aquario

Sobre hj...

Insonia...
Insonia... Insonia... Insonia... Insonia... Insonia... Insonia... Insonia... Insonia...Insonia...Insonia...Insonia... Insonia... Insonia...Insonia...Insonia... Insonia... Insonia... Insonia... Insonia... Insonia... Insonia... Insonia... Insonia...

A grande angustia do ser humano: Ter que escolher um lado e desprezar o outro.
Pensando...

25 de agosto de 2008

Sobre hj...

Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos... Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...
Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...

21 de agosto de 2008

Se for por amor...

Tudo bem...até pode ser
que os dragões sejam moinhos de vento

Tudo bem...seja o que for
seja por amor às causas perdidas
Por amor às causas perdidas...

19 de agosto de 2008

Um sentimento bom !!!

E sobre hoje:

Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono...

17 de agosto de 2008

"...Quando penso em você
É quando não me sinto só
Com minhas letras e canções
Com o perfume das manhãs
Com a chuva dos verões
Com o desenho das maçãs
E com você me sinto bem..."

14 de agosto de 2008

Lembranças

Como a do dia em que choveu a tarde toda, aquela chuvinha fina.
O telefone tocou várias vezes, mas ninguém atendeu.
Eu passei a tarde inteira olhando para rua, e não vi nada.
Eu ouvia vozes e o som dos carros nas poças d'agua, via de cima os guarda-chuvas caminhando pelas calçadas, mas as calçadas e os carros todos estavam vazios.
Assim como aquele quadro na parede, que continha apenas uma assinatura e nada desenhado...
Ficaram mts lembranças daqueles quadros, cada quadro... mtas lembrança.

E eu fiquei ali a tarde inteira, passou a chuva, passaram os carros, passaram-se os dias e eu ali, estúpida e infantil, com minhas meias velhas, os pés no chão, a chuva nos olhos e os olhos nas mãos.
Eu as vezes olho aquelas paredes e elas me pedem que eu volte, me beliscam, e sorriem... um sorriso que de tão lindo doe, sufoca, implora.
Não!!!
Eu sei que elas não são reais, não mesmo, sei que elas nunca estiveram ali,

e eu tbm nunca estive.
É só abrir os olhos, olhar e ver.
Mas.... eu não quero ver mais nada... eu só quero a minha coberta, e um comprimido pra dormir.

13 de agosto de 2008

Esquadros

Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que eu
não sei o nome.
Cores de Almodovar, cores de Frida Kalo,
cores.

Eu ando pelo mundo divertindo gente,
ou chorando ao telefone.
E vendo doer a fome nos meninos que tem fome.
Pela janela do quarto, pela janela do carro.
Pela tela, pela janela, quem é ela, quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado, remoto controle

12 de agosto de 2008

Beat Lamento

Meu coração desritmado no tempo, num beat baixinho de tanto
lamento.

Na dor dos meus ais eu faço chover, quero muito mais que
sonhar com...

11 de agosto de 2008



Derrepente, não mais que derrepente (...)


10 de agosto de 2008

Transfiguração

A paixão é um mar,
Parabólica,
Dilatada,
Estrada que dói.
Encanto de flor.
Labirinto.
Espera de redes.
Parece toda raiz,
Só raiz
Quando não canto o trovão.
Transfiguração.

Com a sua pele sagrada
A sua boca sagrada
E a sua vida no chão

Transfiguração.


9 de agosto de 2008

Eu vejo tudo claramente 
com os meus óculos de grau
loucura é quase santidade
e o bem também pode ser mal...

7 de agosto de 2008

O será que será?

Que todos os meus nervos estão a rogar?
E todos os meus órgãos estão a clamar?
E uma aflição medonha me faz implorar...

Será que será?
O que não tem decência, nem nunca terá?
O que não tem censura, nem nunca terá?
O que não faz sentido...


6 de agosto de 2008

"Preciso parar de projetar nos outros aquilo que não aceito em mim mesma."
...



3 de agosto de 2008