Por que o Sol saiu
Por que seu dente caiu
Por que essa flor se abriu
Por que iremos viajar no verão
Por que aqui o mundo não será cão
Quando o Goodzila atacar
Quando essa febre baixar
Quando o mamute voltar
Descongelado a caminhar na Sibéria
Quando invento, o mundo é feito de idéias
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é teu, Sebastião
Ã, ão!
Como escrever certo o seu nome
Como comer se der fome
Como sonhar pra quem dorme
E deixa o cansaço acalmar lá em casa
Como soltar o mundo inteiro com asas
Tiranossauro Rex tião
Dentro dos seus olhos virão
Monstros imaginários ou não
Por forte somos todos os Infernais
E agora eu vivo em paz...
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é teu, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é teu, Sebastião
Ã, ão!
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é teu, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é teu, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é teu, Sebastião
6 de novembro de 2008
23 de outubro de 2008
16 de outubro de 2008
Profº Maurício
Te amarei bem mais do que esta horaAo amado mestre:Se um dia fores embora
Me lembrarei de tudo que eu não disse
E de quando havia tudo que existe
Quando choramos abraçados
E caminhamos lado a lado
Por favor amor acredite
Não há palavras para explicar o que eu sinto
... e como fez sentido!
15 de outubro de 2008
11 de outubro de 2008
10 de outubro de 2008
A Pessoa Errada
(Luis Fernando Veríssimo)
Pensando bem
Em tudo o que a gente vê, e vivencia
E ouve e pensa
Não existe uma pessoa certa pra gente
Existe uma pessoa
Que se você for parar pra pensar
É, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa
Faz tudo certinho
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas,
Faz as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça
Fazer loucuras
Perder a hora
Morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é pra na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar
Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono
Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te enche de mimos pedindo seu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada aqui é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver
Cada momento
Cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo,
querendo,conseguindo
E só assim
É possível chegar àquele momento do dia
Em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"
Quando na verdade
Tudo o que ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente..
(Luis Fernando Veríssimo)
Pensando bem
Em tudo o que a gente vê, e vivencia
E ouve e pensa
Não existe uma pessoa certa pra gente
Existe uma pessoa
Que se você for parar pra pensar
É, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa
Faz tudo certinho
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas,
Faz as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça
Fazer loucuras
Perder a hora
Morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é pra na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar
Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono
Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te enche de mimos pedindo seu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada aqui é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver
Cada momento
Cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo,
querendo,conseguindo
E só assim
É possível chegar àquele momento do dia
Em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"
Quando na verdade
Tudo o que ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente..
27 de setembro de 2008
25 de setembro de 2008
24 de setembro de 2008
24 de setembro ( pra eu perceber quantos dias vão se passar...)
... e sobre hoje, ontem e todos os outros dias.
Uma só palavra, um só pensamento...
Sim!!!
Uma só palavra, um só pensamento...
Sim!!!
21 de setembro de 2008
Felizes os que amam
Amore?
Per quanto cerco io non ci posso credere.
Solo parole
Piccole parole
Parole, momenti di ...
Beati gli amanti, che amano senza sapere pq amore,
quello che amano o che cosa sia l'amore.
HJ So che l'amore è per pochi ...
Per quanto cerco io non ci posso credere.
Solo parole
Piccole parole
Parole, momenti di ...
Beati gli amanti, che amano senza sapere pq amore,
quello che amano o che cosa sia l'amore.
HJ So che l'amore è per pochi ...
13 de setembro de 2008
La Nuova Gioventú
... Il tempo è di mercurio cromo
E il tempo è tutto ciò che siamo
Forse abbiamo fatto, avremmo avuto, avere dei figli
Gli insegnava a leggere
On the Road
E le cose disuguali
Con voi circa
Mi è piaciuto di più di me ...
E il tempo è tutto ciò che siamo
Forse abbiamo fatto, avremmo avuto, avere dei figli
Gli insegnava a leggere
On the Road
E le cose disuguali
Con voi circa
Mi è piaciuto di più di me ...
10 de setembro de 2008
7 de setembro de 2008
6 de setembro de 2008
3 de setembro de 2008
2 de setembro de 2008
1 de setembro de 2008
30 de agosto de 2008
28 de agosto de 2008
27 de agosto de 2008
25 de agosto de 2008
Sobre hj...
Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos... Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...
Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...vVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...vvVacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos... Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...Vacilos...
21 de agosto de 2008
Se for por amor...
Tudo bem...até pode ser
que os dragões sejam moinhos de vento
Tudo bem...seja o que for
seja por amor às causas perdidas
Por amor às causas perdidas...
19 de agosto de 2008
E sobre hoje:
Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono...
Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono... Sono...
17 de agosto de 2008
14 de agosto de 2008
Lembranças
Como a do dia em que choveu a tarde toda, aquela chuvinha fina.
O telefone tocou várias vezes, mas ninguém atendeu.
Eu passei a tarde inteira olhando para rua, e não vi nada.
Eu ouvia vozes e o som dos carros nas poças d'agua, via de cima os guarda-chuvas caminhando pelas calçadas, mas as calçadas e os carros todos estavam vazios.
Assim como aquele quadro na parede, que continha apenas uma assinatura e nada desenhado...
Ficaram mts lembranças daqueles quadros, cada quadro... mtas lembrança.
E eu fiquei ali a tarde inteira, passou a chuva, passaram os carros, passaram-se os dias e eu ali, estúpida e infantil, com minhas meias velhas, os pés no chão, a chuva nos olhos e os olhos nas mãos.
Eu as vezes olho aquelas paredes e elas me pedem que eu volte, me beliscam, e sorriem... um sorriso que de tão lindo doe, sufoca, implora.
Não!!!
Eu sei que elas não são reais, não mesmo, sei que elas nunca estiveram ali,
e eu tbm nunca estive.
É só abrir os olhos, olhar e ver.
Mas.... eu não quero ver mais nada... eu só quero a minha coberta, e um comprimido pra dormir.
O telefone tocou várias vezes, mas ninguém atendeu.
Eu passei a tarde inteira olhando para rua, e não vi nada.
Eu ouvia vozes e o som dos carros nas poças d'agua, via de cima os guarda-chuvas caminhando pelas calçadas, mas as calçadas e os carros todos estavam vazios.
Assim como aquele quadro na parede, que continha apenas uma assinatura e nada desenhado...
Ficaram mts lembranças daqueles quadros, cada quadro... mtas lembrança.
E eu fiquei ali a tarde inteira, passou a chuva, passaram os carros, passaram-se os dias e eu ali, estúpida e infantil, com minhas meias velhas, os pés no chão, a chuva nos olhos e os olhos nas mãos.
Eu as vezes olho aquelas paredes e elas me pedem que eu volte, me beliscam, e sorriem... um sorriso que de tão lindo doe, sufoca, implora.
Não!!!
Eu sei que elas não são reais, não mesmo, sei que elas nunca estiveram ali,
e eu tbm nunca estive.
É só abrir os olhos, olhar e ver.
Mas.... eu não quero ver mais nada... eu só quero a minha coberta, e um comprimido pra dormir.
13 de agosto de 2008
Esquadros
Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que eu
não sei o nome.
Cores de Almodovar, cores de Frida Kalo,
cores.
Eu ando pelo mundo divertindo gente,
ou chorando ao telefone.
E vendo doer a fome nos meninos que tem fome.
Pela janela do quarto, pela janela do carro.
Pela tela, pela janela, quem é ela, quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado, remoto controle
12 de agosto de 2008
Beat Lamento
Meu coração desritmado no tempo, num beat baixinho de tanto
lamento.
Na dor dos meus ais eu faço chover, quero muito mais que
sonhar com...
11 de agosto de 2008
10 de agosto de 2008
Transfiguração
A paixão é um mar,
Parabólica,
Dilatada,
Estrada que dói.
Encanto de flor.
Labirinto.
Espera de redes.
Parece toda raiz,
Só raiz
Quando não canto o trovão.
Transfiguração.
Com a sua pele sagrada
A sua boca sagrada
E a sua vida no chão
Transfiguração.
9 de agosto de 2008
7 de agosto de 2008
O será que será?
Que todos os meus nervos estão a rogar?
E todos os meus órgãos estão a clamar?
E uma aflição medonha me faz implorar...
Será que será?
O que não tem decência, nem nunca terá?
O que não tem censura, nem nunca terá?
O que não faz sentido...
E todos os meus órgãos estão a clamar?
E uma aflição medonha me faz implorar...
Será que será?
O que não tem decência, nem nunca terá?
O que não tem censura, nem nunca terá?
O que não faz sentido...
6 de agosto de 2008
4 de agosto de 2008
3 de agosto de 2008
31 de julho de 2008
A Obsessão do Sangue
Acordou, vendo sangue… - Horrível! O osso
Frontal em fogo… Ia talvez morrer,
Disse. olhou-se no espelho. Era tão moço,
Ah! certamente não podia ser!
Levantou-se. E eis que viu, antes do almoço,
Na mão dos açougueiros, a escorrer
Fita rubra de sangue muito grosso,
A carne que ele havia de comer!
No inferno da visão alucinada,
Viu montanhas de sangue enchendo a estrada,
Viu vísceras vermelhas pelo chão …
E amou, com um berro bárbaro de gozo,
O monocromatismo monstruoso
Daquela universal vermelhidão!
Frontal em fogo… Ia talvez morrer,
Disse. olhou-se no espelho. Era tão moço,
Ah! certamente não podia ser!
Levantou-se. E eis que viu, antes do almoço,
Na mão dos açougueiros, a escorrer
Fita rubra de sangue muito grosso,
A carne que ele havia de comer!
No inferno da visão alucinada,
Viu montanhas de sangue enchendo a estrada,
Viu vísceras vermelhas pelo chão …
E amou, com um berro bárbaro de gozo,
O monocromatismo monstruoso
Daquela universal vermelhidão!
Augusto dos Anjos
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