26 de dezembro de 2009
18 de dezembro de 2009
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Pensieri si muove in modo confuso su di me ...
Il mio sangue scorre, Hematose
Il mio sangue, emolisi
Il mio sangue puro, l'emofilia
Un giorno, una vita.
Ancora estate ...
Ma le foglie sono cadute, i fiori e gli uccelli chiusi a sinistra.
Poi ho perso la mia terra, non credo che le parole,
Ho perso i freni, ho perso le chiavi di casa,
Mi manca il tempo, mi arriva alla fine,
Lascio la porta aperta, io non vivo più in me.
á Natanael
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Pensieri si muove in modo confuso su di me ...
Il mio sangue scorre, Hematose
Il mio sangue, emolisi
Il mio sangue puro, l'emofilia
Un giorno, una vita.
Ancora estate ...
Ma le foglie sono cadute, i fiori e gli uccelli chiusi a sinistra.
Poi ho perso la mia terra, non credo che le parole,
Ho perso i freni, ho perso le chiavi di casa,
Mi manca il tempo, mi arriva alla fine,
Lascio la porta aperta, io non vivo più in me.
á Natanael
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Lembranças
às 02:32
14 de agosto de 2008
Lembrança...
Como a do dia em que choveu a tarde toda, aquela chuvinha fina.
O telefone tocou várias vezes, mas ninguém atendeu.
Eu passei a tarde inteira olhando para rua, e não vi nada.
Eu ouvia vozes e o som dos carros nas poças d'agua, via de cima os guarda-chuvas caminhando pelas calçadas, mas as calçadas e os carros todos estavam vazios.
Assim como aquele quadro na parede, que continha apenas uma assinatura e nada desenhado...
Ficaram mts lembranças daqueles quadros, cada quadro... mtas lembrança.
E eu fiquei ali a tarde inteira, passou a chuva, passaram os carros, passaram-se os dias e eu ali, estúpida e infantil, com minhas meias velhas, os pés no chão, a chuva nos olhos e os olhos nas mãos.
Eu as vezes olho aquelas paredes e elas me pedem que eu volte, me beliscam, e sorriem... um sorriso que de tão lindo doe, sufoca, implora.
Não!!!
Eu sei que elas não são reais, não mesmo, sei que elas nunca estiveram ali,
e eu tbm nunca estive.
É só abrir os olhos, olhar e ver.
Mas.... eu não quero ver mais nada... eu só quero a minha coberta, e um comprimido pra dormir.
14 de agosto de 2008
Lembrança...
Como a do dia em que choveu a tarde toda, aquela chuvinha fina.
O telefone tocou várias vezes, mas ninguém atendeu.
Eu passei a tarde inteira olhando para rua, e não vi nada.
Eu ouvia vozes e o som dos carros nas poças d'agua, via de cima os guarda-chuvas caminhando pelas calçadas, mas as calçadas e os carros todos estavam vazios.
Assim como aquele quadro na parede, que continha apenas uma assinatura e nada desenhado...
Ficaram mts lembranças daqueles quadros, cada quadro... mtas lembrança.
E eu fiquei ali a tarde inteira, passou a chuva, passaram os carros, passaram-se os dias e eu ali, estúpida e infantil, com minhas meias velhas, os pés no chão, a chuva nos olhos e os olhos nas mãos.
Eu as vezes olho aquelas paredes e elas me pedem que eu volte, me beliscam, e sorriem... um sorriso que de tão lindo doe, sufoca, implora.
Não!!!
Eu sei que elas não são reais, não mesmo, sei que elas nunca estiveram ali,
e eu tbm nunca estive.
É só abrir os olhos, olhar e ver.
Mas.... eu não quero ver mais nada... eu só quero a minha coberta, e um comprimido pra dormir.
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